A APREN lançou a 11.ª edição do Prémio APREN, que distingue dissertações sobre energia renovável com prémios até 5 500 euros para doutoramento.
A Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) anunciou a abertura da 11.ª edição do Prémio APREN, iniciativa que distingue as melhores dissertações académicas sobre eletricidade de origem renovável. Segundo a associação, o prémio é dirigido a alunos de mestrado e doutoramento que tenham concluído os seus trabalhos em instituições de ensino superior portuguesas, podendo ser apresentados em português ou inglês.
A edição deste ano introduz um reforço nos valores atribuídos. No doutoramento, os primeiros e segundos classificados recebem 5 500 euros e 3 500 euros, respetivamente. No mestrado, os prémios definidos são de 4 000 e 2 000 euros. De acordo com a APREN, esta atualização pretende valorizar a investigação nacional e incentivar maior participação da comunidade científica.
O processo de avaliação conta com um júri renovado, composto por representantes de entidades públicas e académicas ligadas ao setor energético, incluindo a Agência Portuguesa do Ambiente, a Direção-Geral de Energia e Geologia, a Agência para o Clima e o Laboratório Nacional de Energia e Geologia. O painel é presidido por Jorge Vasconcelos, da NEWES.

As candidaturas estão abertas até 23 de janeiro e podem ser submetidas através do website da APREN, onde se encontra igualmente disponível o regulamento. As dissertações devem abordar temas como infraestruturas de transporte e distribuição de energia, produção centralizada e descentralizada, mecanismos de flexibilidade e armazenamento, eficiência energética e outras áreas que contribuam para a descarbonização da economia. A associação sublinha que os trabalhos devem refletir os pilares da estratégia energética nacional, incluindo o combate às alterações climáticas, a segurança do aprovisionamento, a reindustrialização, o funcionamento do mercado interno europeu e a promoção de um desenvolvimento sustentável.
Ao longo de onze edições, o Prémio APREN consolidou-se como instrumento de estímulo à investigação nacional e à aproximação entre o meio académico e as necessidades reais do setor energético. Segundo a associação, a iniciativa tem contribuído para formar profissionais e investigadores capazes de responder aos desafios da transição energética e de impulsionar soluções tecnológicas alinhadas com a sustentabilidade e a competitividade de Portugal.







