Empreendedor.comA i-Danha Food Lab é a primeira aceleradora ibérica para a economia verde, desenvolvida em parceria com a Câmara Municipal de Idanha-a-Nova e a BGI-IUL MIT Portugal. As candidaturas estão abertas até 4 de setembro.
O projeto tem como objetivo desenvolver soluções tecnológicas para dar resposta aos desafios do setor agroalimentar, trazendo inovação e promovendo uma produção mais eficiente de alimentos para que sejam mais saudáveis e acessíveis.
O programa oferece condições de aceleração através de uma rede de transferência de conhecimento, mas também disponibiliza até 15 000 euros, um banco de terra e um laboratório para que as startups participantes possam desenvolver os seus projetos CleanTech relativos à cadeira de valor alimentar.
O município de Idanha-a-Nova foi escolhido para esta parceria com a BGI, a aceleradora do MIT Portugal, pela sua experiência no desenvolvimento de programas ligados à inovação na ruralidade, nomeadamente através do seu projeto Idanha Green Valley, focado no desenvolvimento e incubação de empresas de empreendedorismo agrícola, mas também do 'banco de terra' que já dispõe, atualemente com mais de 500 hectares e que será aumentado gradualmente nos próximos 3 anos para 1 000 hectares.
Com esta aceleradora, os promotores da iniciativa pretendem recapitalizar o interior do país e a agricultura, aproximando as realidades urbanas e rurais. A intenção é seguir a Estratégia de Especialização Inteligente TIS-3 e criar em Idanha-a-Nova, uma instalação de última geração para testar novas técnicas de produção e distribuição de produtos agroalimentares, com uma reduzida pegada de carbono.
A i-Danha FoodLab é a primeira aceleradora deste tipo na Península Ibérica, exclusivamente dedicada a projetos nas áreas de FoodTech, AgriTech e DistributionTech, com impacto ambiental e que promovam o uso sustentável do solo, o uso nulo de produtos químicos e a eficiência em toda a cadeia de valor da industria alimentar, desde a produção até à distribuição ao consumidor final.
A BGI está à procura de empreendedores ambiciosos com inovações disruptivas que necessitem de orientação e condições para testes ou demonstrações, quer seja para novos modelos de negócio em empresas tradicionais, quer para empresas de base tecnológica (Startups).
Todos os projetos devem ter como meta cumprir pelo menos um dos seguintes objetivos: