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“Future of Soft Skills” - A revolução ao nível das competências já começou

Empreendedor.com  Empreendedor.com
  4 min

O handbook, realizado pelo Grupo Cegos, traça um retrato das mudanças que ocorrem no mercado do trabalho e aponta as principais soft skills a desenvolver.

O handbook, realizado
pelo Grupo Cegos, traça um retrato das mudanças que ocorrem hoje no mercado do
trabalho e lança as principais pistas e ferramentas para que as organizações
acelerem o ritmo de desenvolvimento das competências das suas equipas em
contexto digital.

De forma a impulsionar a empregabilidade dos indivíduos e incrementar a performance
coletiva das organizações, numa altura em que a aceleração e transformação
exponencial são marcantes no mercado laboral, a CEGOC – representante em
Portugal do grupo Cegos, especialista em consultoria, formação e recrutamento –
apresentou o handbook “Future
of Soft Skills”
.

O documento dá conta da realidade complexa do mercado de trabalho, na qual
os modelos de negócio tradicionais estão a ser sistematicamente ultrapassados
por empresas, em muitos casos, com menos de 10 ou 15 anos de existência; e onde
a Inteligência Artificial e as alterações tecnológicas profundas obrigam à
constante aprendizagem, para acompanhar o ritmo por vezes avassalador da
mudança.

Numa réplica ao relatório
“Future of Jobs”, produzido pelo World Economic Forum, a CEGOC apresenta no “Future
of Skills” as técnicas e as metodologias que vão fazer a diferença entre os
profissionais de amanhã.

O relatório do World
Economic Forum prevê o desaparecimento de 5 milhões de postos de trabalho e a
sua substituição por mecanismos de inteligência artificial e robôs. O mesmo
estudo antecipa a criação de 2,1 milhões de novos empregos que irão exigir
competências não só técnicas (nas áreas de TI, matemática, arquitetura de rede
e engenharia) como transversais, que incluem vasta cultura geral, competências
sociais (trabalho em equipa, inteligência social, etc.) e competências
situacionais (autonomia, capacidade de (re)aprender a aprender, etc.).


Como podemos, de forma
simples, definir soft skills?

Ao contrário das hard
skills, que requerem competências técnicas e metodológicas, as soft skills
podem ser definidas como competências comportamentais – interpessoais,
situacionais e emocionais – que ajudam as organizações e os seus colaboradores
a lidar com a complexidade e a imprevisibilidade do mundo que os rodeia.

A CEGOC alerta para a
necessidade das empresas precisarem, cada vez mais, de pessoas criativas, ágeis
e adaptáveis, capazes de conviver e lidar com as mudanças constantes mercado. É
ainda fundamental complementar a aquisição de um quadro de competências
iminentemente técnicas inerentes ao saber fazer mais hard de cada profissão,
com a aquisição e desenvolvimento de soft skills emocionais, comportamentais,
sociais e humanas – competências que nenhuma tecnologia consegue (para já)
substituir e que prometem vir a ser os ativos mais procurados pelos
recrutadores.

No entender de Fátima
Gonçalves, Head of Learning & Development Solutions e Digital Learning
Coordinator na CEGOC, “estas mudanças profundas levam a que todos e cada um de
nós precisemos de estar constantemente a aprender para melhor nos adaptarmos às
flutuações e modificações inerentes à nossa função, profissão ou ambiente de
trabalho. Neste contexto, torna-se crucial definir e desenhar uma nova
abordagem à formação profissional necessária para que pessoas e tecnologia
digital trabalhem em conjunto de forma ágil, inteligente e eficaz.”

Para a CEGOC essa
abordagem deve ter em conta premissas fundamentais como aspetos “mais humanos” no
trabalho e competências como cooperação, criatividade, liderança, trabalho de
equipa ou empreendedorismo. Também a interação humana continuará a ser crucial
para uma aprendizagem sólida, com sessões em sala, coaching, aprendizagem entre
pares e o apoio na transferência da aprendizagem para o contexto real de
trabalho, orientação das chefias diretas.

Num mundo onde será cada vez mais necessário aprender e reaprender a aprender, a missão das entidades formadoras passa por “incrementar a aquisição e a transferência das competências para contexto real de trabalho através de percursos de aprendizagem eficazes, envolventes (que integrem também os recursos digitais mais inovadores) e com um impacto mensurável e duradouro”, sublinha Fátima Gonçalves.

Para descobrir como podem pessoas e organizações antecipar estas profundas e impactantes mudanças, em vez de lidarem simplesmente com as suas consequências, descarregue o handbook “Future of Soft Skills” aqui: https://www.cegoc.pt/digital-learning/up#softskills


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