Empreendedor.comO programa de estágios não curriculares tem a duração de um a três meses e é dirigido a estudantes universitários. O objetivo é promover a relação entre o ecossistema de empreendedorismo e as empresas ligadas ao IPN.
O Instituto Pedro Nunes?(IPN) tem abertas até ao dia 7 de junho as candidaturas para o Summer@IPN, um programa de estágios não curriculares com duração de um a três meses, dirigido a estudantes universitários. O objetivo é promover a relação entre o ecossistema de empreendedorismo e as empresas ligadas ao IPN.
O Summer@IPN, que decorre entre julho e setembro, procura estudantes
de Universidades e Institutos Politécnicos para estagiar em empresas instaladas
na Incubadora, na Aceleradora ou ao abrigo de contrato de incubação virtual,
assim como todas as empresas anteriormente abrangidas pelo programa de
incubação de empresas do IPN.
No dia 12 de junho de 2019, pelas 14h30, realiza-se, no
Jardim da IPN Incubadora, um evento de apresentação do Summer@IPN, onde as
empresas de acolhimento poderão entrevistar um ou vários candidatos, de forma a
selecionar o pretendido.
Criado em 1991, por iniciativa da Universidade de Coimbra, o
Instituto Pedro Nunes é uma?instituição privada sem fins lucrativos que
visa promover a inovação e a transferência de tecnologia, estabelecendo a
ligação entre o meio científico e tecnológico e o tecido produtivo.
Pelo IPN já passaram algumas das mais importantes empresa
tecnológicas de Portugal, como a Critical Software, a WIT Software, a
Crioestaminal, a Active Space Technologies, a Take the Wind ou a Feedzai.
Em 2010, o IPN alcançou o prémio internacional de Melhor
Incubadora de Base Tecnológica do mundo no Concurso Internacional “Best Science
Based Incubator”, organizado pela The Technopolicy Network. Já em fevereiro de
2018, atingiu o 5.º lugar num ranking de melhores incubadoras de base
universitária do mundo conduzido pela UBI Global.
O IPN coordena, desde finais de 2014, o ESA BIC Portugal, um
dos centros de?incubação da Agência Espacial Europeia a nível europeu,
onde são apoiadas startups que transfiram tecnologia espacial para setores
terrestres, mas também novas empresas que pretendam entrar no mercado espacial
comercial.