Empreendedor.comA entrada em vigor das novas diretivas europeias de pagamentos - PSD2 e Open Banking - vai provocar uma revolução na forma como os bancos e respetivos clientes vão interagir, criando um novo ciclo de pagamentos cujos efeitos deverão começar a fazer sentir-se já a partir de 2020.
A entrada em vigor das novas diretivas europeias de pagamentos - PSD2 e Open
Banking - vai provocar uma revolução na forma como os bancos e respetivos
clientes vão interagir, criando um novo ciclo de pagamentos cujos efeitos deverão
começar a fazer sentir-se já a partir de 2020, assegura a ebankIT, fintech
portuguesa que opera na área da transformação digital bancária.
Para Renato Oliveira, CEO da ebankIT, "não estamos a falar de simples
transformações digitais, como a criação de aplicações móveis ou o
desenvolvimento da presença na internet, mas sim na entrada de relacionamento
dos bancos tradicionais com os clientes e parceiros externos, assim como um
ecossistema de pagamentos profundamente inovador".
"Muito em breve, a banca passará a fazer parte da vida do consumidor
de uma forma orgânica. O simples ato de beber um café será envolvido num novo
método de pagamento sem recorrer a dinheiro físico ou cartões, passando a
realizar-se, apenas, com o movimento de um dedo", dá como exemplo o CEO da
ebankIT.
O mesmo responsável explica que os novos ecossistemas de pagamentos serão
altamente dinâmicos e flexíveis, sendo que os consumidores vão sentir impactos
muito concretos e reais nos inúmeros tipos de transações financeiras que
realizam no seu dia a dia.
"A interação com o banco em espaço físico será cada vez menor, visto
que produtos que teriam de ser adquiridos presencialmente, como casas, carros
ou pedidos de empréstimo, vão passar a encontrar-se à distância de poucos
cliques num simples dispositivo móvel", reforça Renato Oliveira.
Com o avanço e a utilização de novas tecnologias, baseadas em Big Data,
Inteligência Artificial e Machine Learning, preconiza a ebankIT, as ofertas
estarão cada vez mais adaptadas e personalizadas às necessidades de cada cliente,
indo de encontro ao que este realmente procura e necessita.
"Os bancos terão a possibilidade de analisar o consumidor em tempo
real, conhecendo o seu perfil e personalizando as suas ofertas, criando
produtos completamente customizados e com um time-to-market extremamente
reduzido", realça Renato Oliveira.?
Detentora da plataforma digital bancária portuguesa que mais se
internacionalizou no último ano, com clientes - bancos e cooperativas de crédito
- em mais de 20 países, a ebankIT considera que, além da adoção do ambiente de open
banking, o fenómeno da transformação digital das instituições financeiras
estará assente em três pilares fundamentais.
"Inevitavelmente, os bancos serão digitais , com a integração completa
de todos os canais de interação com o cliente. As novas experiências de utilização
de plataformas mobile e web, os novos interfaces serão também muito importantes
na transformação digital da banca e seguradoras. Por fim,
vamos também observar o crescimento do smart banking, iniciativa que vai
fornecer às instituições financeiras uma visão conectada das oportunidades de
clientes e mercado, por via do aproveitamento de dados e análises avançadas
para fornecer soluções personalizadas", conclui Renato Oliveira.
Com sede no Porto, a ebankIT apresenta um elevado patamar ao nível das
exportações, com cerca de 99% das vendas realizadas nos mercados
internacionais, destacando-se como uma das líderes mundiais no setor da
transformação digital bancária.
Em 2019, a fintech está a trabalhar no sentido de aumentar a presença na
América do Norte, África do Sul e no Médio Oriente, alavancando sobre projetos
bem sucedidos e em curso nestas regiões, mas também na entrada em novos
mercados na Europa, como o Reino Unido, França e Alemanha, onde se encontram
players de alto nível da banca.
Fundada em 2014, a ebankIT desenvolveu em Portugal uma plataforma digital
que se distingue por permitir um rápido go-to-market de inovadoras experiências
de cliente em todos os canais digitais, como mobile banking, homebanking,
corporate banking, contact center, branch front-office, smartwatch e realidade
aumentada.