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Onboarding: A construção da pertença em equipas multiculturais

José Mendes  José Mendes
  3 min

A Olisipo reforça o onboarding em equipas multiculturais, focando pertença, proximidade e desenvolvimento humano num setor tecnológico em mudança.

Paula Peixoto, Diretora de People & Culture da Olisipo, explica, em entrevista ao Empreendedor, como o onboarding evoluiu para responder às novas dinâmicas do setor tecnológico e às expetativas do talento global.

Numa empresa onde convivem diferentes trajetórias, culturas e formas de comunicar, o onboarding tornou-se um momento crítico para garantir inclusão, alinhamento e segurança psicológica desde o primeiro dia. Para Paula Peixoto, Diretora de People & Culture da Olisipo, integrar equipas multiculturais é “uma oportunidade de enriquecimento mútuo, mas também um desafio que exige atenção, sensibilidade e adaptação”.

A responsável sublinha que a diversidade aporta inovação e pensamento diferenciado, mas só gera valor quando existe um ambiente que sustenta a confiança. “É essencial criar um espaço onde todos se sintam seguros, respeitados e verdadeiramente incluídos desde o primeiro dia”, afirma. Essa visão orienta tanto as equipas internas como os consultores que trabalham em cliente, reforçando a responsabilidade da empresa em manter um elo permanente com cada profissional.

“O verdadeiro sentido de pertença constrói-se com cuidado, tempo e presença.”

Equipa da Olisipo na cerimónia de entrega dos prémios “Best Workplace” da Great Place to Work Portugal

A fase de acolhimento, explica, é apenas o ponto de partida de um acompanhamento contínuo feito por managers dedicados e pela equipa de People & Culture. A Olisipo aposta em contactos regulares, iniciativas internas e campanhas de comunicação que reforçam o sentimento de pertença, independentemente do local de trabalho. “Na Olisipo, não há diferenças de cuidado entre quem está no escritório e quem está em cliente. Acreditamos que o verdadeiro sentido de pertença constrói-se com cuidado, tempo e presença”, sublinha.


Uma cultura que evolui com o talento e com o setor

Com mais de 30 anos a acompanhar carreiras em tecnologia, a Olisipo construiu uma cultura centrada nas pessoas e na valorização de cada história individual. Paula Peixoto explica que esta identidade se tem transformado para acompanhar um setor em rápida mudança e um talento que procura autenticidade, propósito e oportunidades de desenvolvimento contínuo.

Foto de Olisipo

“O que começou como um acompanhamento muito próximo de cada consultor transformou-se numa abordagem mais estruturada de employee experience”, refere. Hoje, proximidade significa clareza de percurso, feedback frequente e oportunidades reais de progressão. As novas gerações procuram empresas que as ouçam e reconheçam, e a Olisipo reforçou práticas de escuta ativa, programas de acolhimento personalizados e maior visibilidade das conquistas individuais e coletivas.

A responsável destaca que a proximidade ganhou novos formatos num contexto híbrido. “Temos trabalhado para manter o mesmo vínculo humano, mesmo à distância”, explica, apontando para o reforço de ferramentas e processos internos que preservam a ligação emocional à empresa.

“Proximidade significa dar um caminho claro, feedback frequente e oportunidades reais de progressão.”

Numa indústria marcada pela aceleração tecnológica, a capacitação tornou-se central. A Olisipo tem intensificado o investimento em competências técnicas, soft skills, liderança e literacia digital, garantindo que cada pessoa encontra espaço para crescer e se reposicionar continuamente. “O desenvolvimento humano é essencial. Dar às pessoas as ferramentas certas é o que lhes permite sentir-se confiantes num setor que muda todos os dias”, afirma Paula Peixoto.


Um propósito que permanece

Apesar da evolução, a essência da cultura Olisipo mantém-se intacta. “Continuamos a valorizar cada história individual, mas agora integramo-las numa visão mais ampla de desenvolvimento humano, inovação e futuro”, resume. Esta combinação entre proximidade, cuidado e ambição coletiva continua a orientar a empresa na construção de equipas mais diversas, coesas e preparadas para os desafios do setor tecnológico.


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José Mendes
Jornalista e sociólogo, sou um entusiasta das relações humanas e interesso-me particularmente por questões de liderança e problemáticas organizacionais. Encontra-se desde 201...
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