Empreendedor.comÍndice de Pequenos Negócios revela o interesse dos empresários na digitalização, com a maior procura de ferramentas para uma maior presença online.
A Fiverr, plataforma orientada para os serviços de freelancing, apresentou o seu relatório semestral, com o Índice de Pequenos Negócios que revela o interesse dos empresários na digitalização, com a maior procura de ferramentas para uma maior presença online dos seus negócios.
O Índice de Pequenos Negócios da Fiverr analisa dados provenientes de milhões de pesquisas por todo o mundo de forma a identificar os serviços que mais se destacaram. Neste sentido, tem a capacidade única de prever os produtos, plataformas e ferramentas que os pequenos negócios mais procuram para os ajudar a construir o seu futuro.
Em Portugal, o estudo destacou o seguinte top 3 de serviços mais procurados nos últimos seis meses:
O Índice de Pequenos Negócios da Fiverr também analisou o top 3 das pesquisas nos outros países onde a plataforma está presente como a Austrália, Brasil, França, Alemanha, Israel, México, Países Baixos, Reino Unido ou Estados Unidos.
Segundo os últimos dados do European Business School (ISAG), 37% dos portugueses compraram mais online e têm intenção de aumentar esse hábito no futuro (37,5%), atestando a necessidade de transformação digital do comércio em Portugal. Por outro lado, a esta necessidade de mercado, junta-se a elevada taxa de desemprego em Portugal (mais de 407 mil em julho segundo o IEFP) que está a obrigar à reinvenção de muitos profissionais. Neste sentido, plataformas de Service-as-a-Product como a Fiverr surgem como uma forma eficiente e segura de mudar a forma de trabalhar em conjunto.
“Com este estudo, fica claro que tanto em Portugal como no mundo, a experiência de consumo e presença digital tornaram-se absolutamente cruciais. Se os clientes não podem comprar em espaços físicos, vão fazê-lo online” sublinha Peggy De Lange, VP de Expansão Internacional da Fiverr.
2020 está a ser um ano difícil para os pequenos negócios por todo o mundo. As compras passaram a ser feitas a partir de casa, o que levou a que muitas empresas fechassem por não estarem preparadas. Se antes da pandemia já era desafiante para os pequenos negócios acompanharem as novas necessidades dos clientes, agora tornou-se claro que o sucesso irá depender da migração para o online. Tendo em conta este novo panorama, o estudo da Fiverr demonstrou que os serviços mais procurados nos últimos seis meses são:
Com um numero crescente de consumidores a fazer compras online, as pesquisas globais por “Dropshipping” e “Front End Web Developer” aumentaram 319% e 205%, respetivamente. Os proprietários de pequenas empresas consideram necessário otimizar as suas vendas online, remessas remotas e presença digital. Também cresceu a procura por “Atendimento ao Cliente” (85%), sinal que as empresas estão cientes do valor e da necessidade de direcionar recursos para fornecer um serviço de qualidade aos seus clientes online.

A COVID-19 pode estar mantendo muitos em casa, mas não diminuiu a ambição.?A pesquisa por “Marca” aumentou 85% globalmente, indicando que as pessoas continuam abrindo empresas.?Nos Estados Unidos, a pesquisa por “Marcas” aumentou 104% - outro indicador de que as empresas estão procurando serviços para ajudá-las a arrancar.?
Trabalhar remotamente tem um impacto imobiliário positivo.?Devido à flexibilidade no local de trabalho, muitas pessoas começaram a mudar-se das cidades para os subúrbios ou pequenas cidades do interior.?Isso criou a necessidade pouco habitual de comprar casa que permita o distanciamento social. Por sua vez, a procura por vídeos imobiliários aumentou, em resultado da necessidade de mostrar a propriedade de maneira segura.?Nos Estados Unidos, a pesquisa por “Vídeo Imobiliário” aumentou 67%.?
Para se destacar no mercado saturado de e-commerce, muitas empresas precisam maximizar seu marketing digital.?Os dados de pesquisa analisados deixam claro que os proprietários de pequenas empresas entendem isso agora mais do que nunca.?“Promoção do Shopify” aumentou 247%, “Promoção do Facebook” aumentou 174% e “Design de media social” aumentou 158%.?