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Portugal tem a força de trabalho menos qualificada da União Europeia

Empreendedor.com  Empreendedor.com
  2 min

Estudo da Randstad revela que 31,5% dos profissionais em Portugal têm apenas o ensino obrigatório, o dobro da média da UE. País lidera ranking da baixa qualificação.

Portugal apresenta a maior percentagem de trabalhadores com baixa qualificação da União Europeia, com 31,5% dos profissionais empregados a possuírem apenas o ensino básico ou secundário obrigatório. O valor duplica a média da UE (15,7%), posicionando o país acima de economias como Espanha, Itália e Malta. A conclusão é da mais recente análise da Randstad Research, que traça os principais destaques do mercado de trabalho nacional no primeiro trimestre de 2025.

Apesar deste indicador desafiante, a população ativa portuguesa atingiu um novo máximo histórico, com mais de 5,54 milhões de pessoas, e o número de empregados superou os 5,18 milhões, também um recorde. A taxa de emprego subiu para 56,6%, e mais de 84% dos contratos de trabalho são sem termo.

Em termos de qualificação, 34,3% dos profissionais têm o ensino superior completo, com uma taxa de emprego de 79,5%, significativamente acima dos que têm apenas o secundário. No entanto, as discrepâncias continuam a marcar o panorama educativo, com apenas um terço dos ativos qualificados ao mais alto nível.

No que toca à distribuição setorial, a indústria transformadora continua a representar 16,3% do emprego, enquanto o comércio agrega 14,7%. Nos serviços, os setores da educação e saúde lideram, empregando 18,3% dos profissionais. As administrações públicas também registaram crescimento, com mais de 758 mil profissionais em funções no primeiro trimestre.

Já no desemprego, apesar de uma ligeira descida global (6,6%), a taxa de desemprego de longa duração aumentou, afetando mais de 40% dos desempregados. A qualificação continua a ser um entrave importante: 50,5% dos desempregados não têm o ensino secundário completo.

O estudo destaca ainda outros dados relevantes: o salário médio situou-se nos 1.466,86 euros em fevereiro, o teletrabalho cresceu para 20,9% dos empregados, e o número de empresas constituídas até março ultrapassou as 14.800, com a construção a liderar nas novas criações.

Para Isabel Roseiro, diretora de marketing da Randstad Portugal, os dados revelam a necessidade de acelerar a qualificação: “Portugal tem feito progressos notáveis na qualificação da sua população ativa, mas os dados mostram que ainda há um caminho a percorrer. É essencial reforçar a aposta na formação contínua e requalificação ao longo da vida para garantir um mercado de trabalho mais competitivo e inclusivo.”


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