Prosegur já gera mais de 30% das receitas com tecnologia
Empreendedor.com
Tecnologia
27 Mar 2026
Prosegur já gera mais de 30% das receitas com tecnologia após atingir 4.930 milhões de euros em 2025.
A Prosegur registou em 2025 um volume de negócios recorde de 4.930 milhões de euros, num ano marcado pela crescente contribuição da inovação tecnológica, que já representa mais de 30% da faturação total do grupo.
A evolução reflete uma transformação estrutural do modelo de negócio da multinacional espanhola, tradicionalmente associada à segurança física e ao transporte de valores, e hoje cada vez mais posicionada como um operador tecnológico com soluções integradas.
A atividade da empresa abrange áreas como cibersegurança, inteligência artificial, centros inteligentes de operações (iSOC), sistemas de drones, robótica e gestão digital do ciclo do dinheiro, num portefólio que combina segurança física e digital.
Segundo Fernando Abós, CEO da Prosegur Security, “o mercado está a consolidar o nosso modelo de Segurança Híbrida, que integra o talento dos nossos profissionais com as ferramentas tecnológicas mais avançadas e a utilização estratégica dos dados”, permitindo antecipar e prevenir riscos de forma mais eficiente.
A componente tecnológica tem vindo a ganhar peso em várias áreas do grupo. Na unidade Prosegur Cash, os chamados Produtos de Transformação já representam mais de 35% das receitas, incluindo soluções de automatização, rastreabilidade e plataformas digitais como a Prosegur Digital Gold, que permite a compra de ouro suportado por reservas físicas.
Com presença em 36 países e mais de 180.000 colaboradores, a Prosegur tem vindo a reforçar a aposta em soluções digitais, inteligência artificial e externalização de processos, nomeadamente através da AVOS Tech, unidade focada na transformação operacional nos setores financeiro e segurador.
Num setor historicamente centrado na segurança física, a crescente integração de tecnologia e análise de dados está a redefinir o posicionamento das empresas, num contexto em que a gestão de risco se torna cada vez mais dependente de capacidades digitais e inteligência operacional.
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