Cristina FernandesPara uma nova geração de empreendedores e freelancers a marca pessoal é imperativa, a par da sólida construção e manutenção de uma rede de contactos pessoais, sociais e profissionais.
Num universo profissional intensamente competitivo, ser 'apenas' um profissional competente e empenhado parece já não ser suficiente. Esta questão torna-se, ainda, mais premente para uma nova geração de empreendedores e freelancers para quem a criação de uma marca pessoal é imperativa, a par da sólida construção e manutenção de uma rede de contactos pessoais, sociais e profissionais.
O conceito de marca pessoal tem-se vindo a desenvolver e a consolidar nos últimos anos, entende-se que não só decorrente da evolução de uma das disciplinas que lhe servem de base - o marketing -, como também da necessidade de fazer face a tendências da sociedade contemporânea, nomeadamente a de cada profissional se tornar excecional e indispensável dentro do seu contexto de atuação, sobressaindo por entre as massas. Outro fator, não negligenciável, tem sido o tremendo desenvolvimento e respetivas consequências decorrentes da utilização dos social media, utilização esta que permitiu disseminar o conceito de marca pessoal, tornando-o acessível a todos aqueles que o desejem e tenham a capacidade de construir e manter essa marca.
Assim sendo, e considerando que a principal característica distintiva da marca pessoal face a outras marcas é o facto de ser absolutamente única, com a consequente liberdade na sua gestão, cada pessoa, ao construir a sua própria marca poderá levar em linha de conta alguns destes pressupostos:
Afinal, qual é a sua pegada profissional e social? A sua, é uma marca branca ou uma marca de luxo?