SoftwareOne cresce 18% em Portugal e reforça aposta no segmento corporate após integração da Crayon.
A SoftwareOne registou um crescimento de 18% em Portugal e pretende manter um ritmo de expansão de dois dígitos, reforçando a sua aposta no segmento empresarial e corporativo após a integração da Crayon.
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SoftwareOne anunciou a consolidação da sua operação em Portugal na sequência da integração da Crayon, concluída em julho de 2025, passando agora a operar sob uma marca única. Segundo Artur Amaral, Country Manager da SoftwareOne em Portugal, a empresa conta atualmente com cerca de 50 colaboradores no país e pretende continuar a investir no crescimento da equipa em linha com a evolução do negócio.
“O nosso crescimento do ano foi de 18% e temos um crescimento agregado nos últimos sete anos de cerca de 23%. O objetivo é continuarmos a crescer nestas ordens de grandeza”, afirmou o responsável, durante a conferência de imprensa.
A estratégia comercial da empresa mantém-se centrada no segmento enterprise e corporate, onde identifica maior potencial para aplicação das suas competências técnicas, nomeadamente nas áreas de cloud, IT Asset Management (ITAM), FinOps, inteligência artificial e digital workplace. No segmento de pequenas e médias empresas, a abordagem passa por uma rede de parceiros que assegura a cobertura do mercado SMB.
“O foco do nosso negócio direto continua e vai continuar a ser as empresas dos segmentos empresarial e corporativo”, sublinhou Artur Amaral.
A integração entre a SoftwareOne e a Crayon traduziu-se também no alargamento do portefólio de serviços e parcerias tecnológicas, incluindo novas competências em cibersegurança, serviços geridos e otimização de custos de TI. De acordo com o comunicado da empresa, esta transição “representa mais do que uma mudança de nome”, refletindo uma organização com uma oferta mais abrangente e capacidades reforçadas.
A nível global, a SoftwareOne registou em 2025 uma receita de 1.624 milhões de euros, com um crescimento de 1,4% a taxas de câmbio constantes e uma aceleração para 11% no último trimestre do ano. A margem EBITDA ajustada atingiu 20,9%, suportada pela procura por soluções de software e cloud.