Nova SBE arranca com Mestrado de Empreendedorismo

Foto: Alunos do 1º Curso de Mestrado MEI&I da Nova SBE/Gulbenkian

Mestrado em Empreendedorismo de Impacto e Inovação supera largamente as expectativas. O programa, que contava inicialmente com 30 alunos, mas acabou por triplicar as vagas para dar resposta ao número de candidatos, na sua grande maioria estrangeiros.

O curso de Mestrado em Empreendedorismo de Impacto e Inovação é um programa pioneiro em Gestão, criado pela Nova SBE e pela Fundação Calouste Gulbenkian. A iniciativa pretende ser uma resposta aos desafios da atualidade e à crescente procura por formação no ecossistema do impacto.

O programa, que decorre no campus de Carcavelos da Nova SBE, estava inicialmente previsto para 30 vagas, mas o grande volume de candidaturas recebidas obrigou a um alargamento da oferta, iniciando as aulas com 89 alunos, dos quais mais de 80% são estrangeiros.

Dirigido a empreendedores que procuram um curso que os apoie na implementação e desenvolvimento da sua própria ideia de negócio com impacto, o mestrado conta com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, instituição que foi percursora no apoio ao empreendedorismo e inovação e impacto.

“O objetivo do novo mestrado em Empreendedorismo de Impacto e Inovação é promover a capacidade de inovar e empreender, dotando os participantes das ferramentas, atitude e conhecimento necessários para serem catalisadores de mudança e prosperidade económica, ambiental e social sustentável”, refere Pedro Oliveira, Diretor Académico do Mestrado.

Para o Diretor Académico do Mestrado em Empreendedorismo de Impacto e Inovação da Nova SBE “o mundo enfrenta vários futuros possíveis, mas qualquer um deles apresenta desafios económicos, sociais e ambientais que se revestem de grande incerteza”, frisa, “a nossa ambição é que os nossos alunos sejam autores e não apenas espectadores, desse futuro”.

Em termos de formação base, 71% dos alunos vem da área de Economia e Gestão, 9% de Estudos Sociais e os restantes dividem-se de forma equitativa por áreas diversas como Turismo e Hospitalidade, Ciências Aplicadas, Comunicação e Engenharia.

Com apenas 18% de portugueses, este primeiro curso contou com uma forte adesão de alunos estrangeiros, nomeadamente de nacionalidade alemã (46%), sendo os restantes de 17 nacionalidades como italiana, austríaca, brasileira, sueca, espanhola, peruana, holandesa, chilena, ucraniana, venezuelana, norueguesa, mexicana, zimbabuense e luxemburguesa. No caso da distribuição por género, a relação é praticamente paritária, com 49% de mulheres.

Com este curso a Nova SBE e a Fundação Gulbenkian procuram contribuir com a formação de uma nova geração de empreendedores altamente qualificados para responderem aos desafios económicos, sociais e ambientais que o atual contexto mundial perspetiva.

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