ENPT
News
Account
LoginRegister
AboutHelp
🎟
News
LoginRegisterdropdown-dividerAboutHelp

News Item 

  • All
  • News
  • Entrepreneurship
  • Economy
  • Technology
  • Companies
  • Events
  • Guides
  • Interview
Back O segredo por detrás da eficácia do marketing

O segredo por detrás da eficácia do marketing

Sofia Ferreira Simões
Sofia Ferreira Simões
Entrepreneurship
Aug 10, 2016

Para ter o conteúdo certo online, precisamos de uma estratégia coerente com os nossos objetivos e que vá de encontro às preocupações e necessidades dos nossos clientes, mas para isso precisamos de saber quem eles são.

Para ter o conteúdo certo online, precisamos de uma estratégia que reflita os nossos objetivos e que vá de encontro às preocupações e necessidades dos nossos clientes, mas para isso precisamos de saber quem eles são.

Afinal, como é que podemos vender algo se não sabemos a quem é que queremos vender? Precisamos saber como é que o cliente toma a sua decisão de compra, o que influencia essa decisão, quais são os aspetos que são considerados, o que é importante ou não para ele, porque tudo isto determina a forma como o devemos abordar.

O primeiro passo deste processo passa pela determinação do perfil do nosso cliente ideal. Conhecer bem a pessoa que queremos atrair tornará mais fácil o processo de iniciar uma conversa. Chamamos a isto criar personas.


O que são personas?

As personas são personagens de ficção, criadas para representar o seu cliente ideal. Nascem do conhecimento que a sua equipa de vendas e apoio ao cliente tem, da sua industria, do seu mercado e dos seus clientes, e se já tiver um sistema de marketing automation implementado na sua empresa, da informação recolhida por este.

É resultado de um processo criativo, onde se define a representação do que é o cliente ideal, construída com base em dados geográficos ou demográficos - que lhe dão forma, e dados comportamentais - que lhe conferem personalidade.


Para que servem as personas?

Se sabemos para quem estamos a escrever, sabemos o que queremos dizer e como o devemos fazer. Imagine que lhe lançam um novo desafio profissional que implica que se ausente do país durante 6 meses. A forma como vai contar a notícia à sua família, vai depender da pessoa a quem está a contar. Você vai sentir a necessidade de escolher o momento em que conta, se o faz a sós ou em grupo, o tom que utiliza durante a conversa e até a escolha de palavras.

Levar potenciais clientes a reconhecer a oportunidade que lhes está a oferecer e desmontar objeções desde o primeiro instante, depende acima de tudo da eficácia da mensagem. Se mandar a mesma mensagem a várias pessoas, cada uma delas a interpretará da sua forma. É uma característica inata entre os individuos, a subjetividade.

Mas se se puser no lugar de cada uma dessas pessoas e tentar perceber os seus desejos e necessidades (que nem sempre são a mesma coisa), o que precisam de ouvir para se sentir seguras, e do que precisam duvidar para considerar a compra, aumenta exponencialmente as probabilidades de conseguir transmitir a mensagem de forma a captar a atenção e interesse, e cria assim a oportunidade de iniciar uma conversa.

É frequente, em B2B, usar a função do individuo como ponto de partida, mas é claro que isto não pode ser feito um a um. É preciso reunir grupos com características e preocupações comuns que são tipificados em personas.


Que aspetos são relevantes para definir uma persona?

Os que considerar importantes para o tipo de conteúdo e o tom utilizado na comunicação. Comece a construir uma persona, com características demográficas (idade, educação, localização, dimensão da empresa, rendimentos, indústria, etc. -- que devemos escolher em função do mercado a que nos dirigimos -- B2B ou B2C) e observando os seguintes aspetos:

  • Que função desempenha na empresa? Qual é o seu papel no processo de decisão?
  • Quais são os seus principais objetivos? O que ela espera obter do produto ou com a compra deste?
  • Onde é que absorve informação? Pesquisa na internet, recolhe impressões junto de colegas, procura estudos fundamentados, analisa comparativos de forma exaustiva?
  • Como é que acede a essa informação? É sensível aos meios de comunicação social? Usa essencialmente mobile ou desktop?
  • Quais são os seus valores? O que é que é importante para ela neste tipo de negócio? O que é que pode ser decisivo? O que é que a faria desistir de imediato?
  • Quais são as suas crenças? O que é que a leva a acreditar que precisa ou não deste produto?
  • Que objeções à compra podemos antecipar? Quais são as razões a que ela vai recorrer para não comprar?
  • Que dúvidas precisamos instalar? O que é que lhe dá a certeza de que não precisa do produto?
  • Quais são os seus principais desafios / 'pontos de dor'? Do que é que ela tem medo? Que aspetos precisamos assegurar para que ela se sinta segura?
  • Que mensagem precisamos passar a esta persona? Se ela só retiver uma ideia sobre o produto qual deveria ser?A cada persona deve ser atribuído um nome. Não o nome real mas um nome que possamos usar para nos referirmos a ela ou para as distinguirmos. Associar um nome a um conjunto de características, ajuda a fixar o perfil e a tê-lo presente quando estamos a criar o conteúdo. Podemos até associar uma imagem. Reforça o efeito pretendido.

E agora?

Criadas as personas precisamos cruzar esta informação com o processo de decisão para definir qual o conteúdo certo para cada momento, só então podemos definir formatos e um calendário editorial.


Sofia Ferreira Simões
Sofia Ferreira Simões
All humans are entrepreneurs, not because they should start companies, but because the will to create is encoded in human DNA, and creation is the essence of entrepreneurship
Reid Hoffman
Co-founder of LinkedIn
Empreendedor.com
Sobre o Empreendedor.com
Estatuto Editorial
Ficha Técnica
Termos de Utilização
Contacts
Contactos
  contacto@empreendedor.com

  • © 2026 Copyright Empreendedor
  • Privacy Policy
  • Cookie Policy
Powered By