A Quidgest abriu a edição 2026/2027 do seu Observatório Internacional sobre Inteligência Artificial, centrado na governação, impacto no negócio e uso responsável de sistemas cada vez mais autónomos.
A Quidgest, multinacional tecnológica de origem portuguesa, anunciou o lançamento da edição 2026/2027 do seu Observatório Internacional, uma iniciativa que pretende analisar o grau de maturidade das organizações na adoção da Inteligência Artificial e o impacto efetivo desta tecnologia nos modelos de decisão, governação e criação de valor.
Depois de uma primeira edição focada no papel da IA na transformação digital, o novo Observatório parte de um contexto distinto, marcado por maior pressão regulatória, debate ético e crescente utilização de sistemas autónomos. O estudo procura compreender de que forma temas como governação, responsabilidade, interoperabilidade, soberania dos dados e agentes de IA estão a ser integrados nas estratégias das organizações.
Segundo Cristina Marinhas, CEO da Quidgest, “a inteligência artificial deixou de ser um tema exclusivo das TIC ou de engenheiros e programadores; é hoje uma questão central para gestores, empreendedores e profissionais de todas as áreas”, sublinhando que o Observatório pretende contribuir para um debate informado num contexto de incerteza económica, regulatória e geopolítica.
A responsável acrescenta que esta iniciativa reflete o compromisso da empresa em acompanhar a evolução no terreno e apoiar decisões mais conscientes, num momento em que as organizações são chamadas a desenhar, confiar e governar sistemas cada vez mais autónomos.
A participação no Observatório é anónima e aberta a pessoas e organizações de qualquer país. O questionário estará disponível até 31 de março de 2026, estando a divulgação dos resultados prevista para o final do primeiro semestre do ano.







