Plataforma Portuguesa de Crowdfunding aceita pagamentos em Bitcoin

Para além de aceitar pagamentos em qualquer moeda através de vários meios (transferência bancária, cartão de crédito, PayPal, referência Multibanco e MBWAY), a PPL passou a disponibilizar pagamentos em bitcoin integrados em tecnologia Blockchain, que tem vindo a ter uma crescente atenção por parte de todo o mercado de pagamentos. A Orange Bird, detentora a 100% da PPL e outras plataformas de crowdfunding a operar em vários países, pretende assim inovar no sector dos serviços financeiros dando os primeiros passos no caminho dos pagamentos digitais e moeda encriptada.

O Blockchain é uma tecnologia Distributed Ledger que permite pagamentos instântaneos, pré-reconciliados com elevada segurança e transparência das transacções. A moeda encripatada assente nesta tecnologia e mais conhecida é a bitcoin. Trata-se de uma moeda exclusivamente digital, encriptada e descentralizada, o que tem permitido o desenvolvimento de inovações interessantes como transferências internacionais com custos e tempos de execução muito reduzidos. Assim, as campanhas publicadas na PPL têm agora a possibilidade de atrair ainda mais apoiantes a nível internacional que de outra forma teriam algumas barreiras para apoiar.

‘Alguns utilizadores já tinham partilhado a sugestão de aceitar bitcoin e, como maior parte dos beneficiários de uma plataforma de crowdfunding está atenta às novas tendências digitais, pareceu-nos natural integrar este meio de pagamento, que pode parecer um pouco revolucionário e futurista para alguns mas que acreditamos terá grande importância no futuro próximo’ salienta Pedro Domingos, sócio-gerente e cofundador da Orange Bird, empresa detentora da plataforma PPL Crowdfunding.

‘É também uma funcionalidade de elevado valor para os nossos parceiros como bancos, organizações estatais e outras não-governamentais que utilizam plataformas desenvolvidas pela nossa equipa, que assim ficam com a opção de integrarem nas suas plataformas, e consequentemente nos seus serviços, pagamentos em Blockchain com os benefícios de rapidez, precisão, segurança e transparência que daí advêm’, acrescenta Yoann Nesme, outro dos cofundadores e sócio-gerente.

Na PPL, os apoios realizados em bitcoin são convertidos em euros com base no valor de câmbio disponibilizado por blockhain.info e o montante final é transferido exclusivamente em euros aos promotores.

O financiamento colaborativo consiste em angariar o maior número possível de pequenos apoios para financiar as mais diversas iniciativas ou projetos. A PPL nasceu em 2011 com a missão de introduzir este conceito em Portugal, numa altura em que esta ferramenta de financiamento era desconhecida pela grande maioria dos Portugueses. A PPL já angariou e atribuiu mais de 2 Milhões de Euros a mais de 650 campanhas desde a sua criação, através de contribuições de mais de 60 mil apoiantes.

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