Telemática: A nova abordagem para a gestão de frotas

Imagem de Florian Pircher por Pixabay

Reduzir o custo global da sua frota de veículos e diminuir a pegada de carbono são algumas das preocupações das empresas que estão a adotar veículos elétricos ou a melhorar os hábitos de condução. Para enfrentar estes desafios, surgiram novas ferramentas que utilizam a telemática.

Neste artigo, proposto pela empresa francesa Optimum Automotive, especialista em automação na gestão de frotas, apresentamos algumas sugestões para otimizar o impacto ambiental e financeiro, com o recurso a ferramentas de nova geração para a gestão de frotas automóveis.

#1. Otimizar os custos através do Big Data

O custo de uma frota de veículos, e mais geralmente o custo da mobilidade, é frequentemente o segundo maior item de despesa para as empresas. Para além dos custos óbvios (aluguer, combustível, seguros, etc.), outras despesas, mais ou menos escondidas, somam-se ao TCO (Total Cost of Ownership) que muitas empresas têm dificuldade em estimar.

A centralização e todos esses dados relacionados com o ecossistema do veículo, como tributação, manutenção, pneus, portagens, etc., permite ter uma visão das despesas totais, para agir na sua otimização ou comparar com eventuais alternativas.

Atualmente existem plataformas de gestão que oferecem soluções para esse problema, disponibilizando relatórios, que permitem seguir a evolução dos indicadores e aconselhar o gestor da frota nas suas escolhas e otimizações financeiras.

#2. Adaptar a frota às necessidades

A outra grande preocupação dos gestores de frotas é otimizar a sua pegada de carbono. O automóvel é de facto largamente responsável pela deterioração do nosso ambiente, por outro lado muitas empresas têm veículos em parques de estacionamento, quando outros empregados têm necessidades de mobilidade.

O carpooling/carsharing pode ser uma solução dentro da empresa, permitindo reunir recursos de mobilidade e tornar a frota mais eficiente. A implementação de tal solução acaba por reduzir a dimensão da frota e, consequentemente, o seu custo global e impacto ambiental. Todavia, para agrupar recursos é necessário dispor de ferramentas de disponibilizem aos utilizadores uma plataforma de gestão fiável e completa.

#3. Otimizar o impacto ambiental e preparar a mudança para o veículo elétrico

Em termos de impacto ambiental, o condutor do veículo tem um papel a desempenhar. O comportamento rodoviário tem uma influência direta no nível de emissões de CO2, no consumo de energia e nos acidentes. Atualmente existem ferramentas que permitem a análise da condução, avaliando o comportamento de ao volante de cada indivíduo, a fim de identificar comportamentos que possam ser melhorados com medidas de eco prevenção como formações específicas.  

A mudança para o elétrico é outra componente na otimização ambiental das frotas de veículos. Embora promissora em muitos níveis, a eletrificação da frota não pode ser feita de forma aleatória. É preciso ter em conta vários indicadores para avaliar a relevância de uma migração para híbridos ou veículos totalmente elétricos.

A avaliação dos custos (referida no ponto 1) e o redimensionamento da frota (sugerido no ponto 2) são critérios a ter em conta antes de decidir a conversão à energia elétrica. Há empresas de consultoria que apoiam os gestores nesta tomada de decisão, bem como ferramentas de medição para ajudar a enfrentar este novo desafio.

A Optimum Automotive é uma empresa francesa, especializada em soluções para otimizar a gestão de frotas. Com mais de 100 empregados, a empresa opera também em alguns países africanos e tem planos de expansão para outros países da Europa (entre os quais Portugal, onde abriu um escritório), e América Latina. Atualmente conta com quase 5 mil clientes e mais de 100.000 veículos equipados com ferramentas de nova geração para otimizar o impacto financeiro e ambiental das frotas de automóveis.

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