O Prémio Cinco Estrelas anunciou os vencedores da edição 2026, marcada pelo aumento do número de marcas avaliadas e por um modelo que voltou a deixar várias categorias sem distinção.
O Prémio Cinco Estrelas revelou esta semana os vencedores da edição de 2026, numa iniciativa que voltou a colocar o consumidor no centro do processo de avaliação. Ao longo do último ano foram analisadas mais de mil marcas, em centenas de categorias, com a participação de mais de 360 mil consumidores, num crescimento face à edição anterior.
Segundo a organização, o modelo manteve critérios de exigência elevados, o que se refletiu no facto de uma parte significativa das categorias avaliadas não ter tido vencedor, por não terem sido atingidos os padrões mínimos definidos. Para as promotoras do prémio, esta opção é um elemento distintivo do sistema de avaliação.
Segundo Débora Silva e Ana Lourenço, fundadoras do Prémio Cinco Estrelas, “cada categoria sem vencedor reforça a exigência que norteia o nosso modelo de avaliação”, sublinhando que os resultados “refletem o compromisso com a transparência, o rigor e a credibilidade, sempre validados pela participação ativa dos consumidores”.
A edição de 2026 distinguiu marcas, personalidades e órgãos de comunicação social, num universo alargado de setores, acompanhando a evolução do mercado e o surgimento de novas áreas de consumo. A organização destaca que o crescimento do número de categorias avaliadas procura refletir tendências emergentes e novas necessidades dos consumidores portugueses.
O Prémio Cinco Estrelas é um sistema de avaliação anual que mede o grau de satisfação dos consumidores relativamente a produtos, serviços e marcas presentes no mercado nacional, com base em critérios como qualidade percebida, confiança e intenção de recomendação.