Brisa investe 65 milhões por ano para reduzir sinistralidade nas autoestradas

Grupo Brisa investe mais de 65 milhões de euros por ano em segurança rodoviária e reduz em 45% as vítimas mortais nas autoestradas.

Na foto: Assinatura do protocolo Visão Zero, entre o Grupo Brisa e a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária

O Grupo Brisa está a investir mais de 65 milhões de euros por ano em infraestruturas e equipamentos de segurança rodoviária, uma aposta que já permitiu reduzir em cerca de 45% o número de vítimas mortais nas autoestradas geridas pelo grupo face a 2019.

Os dados divulgados pelo Grupo Brisa indicam que, em 2025, 125 dos 140 lanços de autoestrada sob gestão do grupo não registaram qualquer fatalidade, enquanto em 100 não houve feridos graves. Cerca de 70% da rede atingiu resultados alinhados com a ambição internacional da Visão Zero, posicionando a concessionária ao nível dos operadores europeus com melhor desempenho em segurança rodoviária.

Este progresso resulta de um investimento contínuo na melhoria das condições de circulação, incluindo pavimentos, sinalização, drenagem e equipamentos de segurança, complementado por mais de 5 milhões de euros adicionais aplicados no biénio de 2024 e 2025 em iniciativas específicas de reforço da segurança. O grupo aponta também a deteção automática de incidentes e a monitorização permanente da sinistralidade como fatores determinantes para a redução do risco.

A taxa de sinistralidade com vítimas mortais nas autoestradas Brisa aproxima-se dos melhores resultados observados em países como a Áustria e a França, apresentando um desempenho superior à média nacional. Estes indicadores colocam a empresa no caminho para cumprir o objetivo intermédio de reduzir em 50% as vítimas mortais e os feridos graves até 2030.

A renovação do compromisso Visão Zero, assinada com a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária, enquadra-se nesta estratégia de longo prazo e mantém a Brisa como a única empresa privada signatária da iniciativa em Portugal. Para o grupo, a redução da sinistralidade grave continua a depender, em grande medida, da combinação entre investimento em infraestruturas, inovação operacional e mitigação dos riscos associados ao comportamento dos condutores.

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